A história é mais ou menos assim: Um solitário maluco, sedento por sexo, sem mulher e sem dinheiro, quando triste andando pela praça, conhece o amor de sua vida. Ele olha para o banco de metal, o banco de metal olha para ele, surge aquele clima de azaração e, em poucos minutos já estavam fazendo sexo.
O que o sujeito não sabia, é que ficaria grudado na sua amada, igual cachorro.
E agora, corta o banco ou corta o pinto? Com certeza um dos piores momentos de um tarado que não pode ver um buraco que já vai metendo o bedelho onde não é chamado.

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